O Que Eu Sou?
Eu sou um músico.
Mas eu sou um músico a moda antiga. Que acha que pra ser reconhecido tem que ter talento e não dinheiro. Que acha que pra cantar amor não precisa ser afeminado e desafinado. Do tempo em que rock’n'roll e boy band eram diferentes.
Sou de um tempo em que a maquiagem nos músicos era usada para chocar, por atrevimento e não por vaidade.
Sou do tempo em que as pessoas ouviam música porque gostavam e não por lavagem cerebral da mídia, em que vulgaridade não era um tema a se considerar e de um tempo em que o funk não tinha nada a ver com essa vertente nojenta de hoje.
De um tempo em que era emocionante ouvir Let It Be. De um tempo em que não existiam bandas ridículas cantando rimas frouxas e desprendidas e descaracterizando totalmente amor.
Sou do tempo de grandes nomes como Gilberto, Cazuza, Elis e Djavan. De personalidades imponentes e aureas, que impunham respeito e que tinham talento acima de tudo.E queria ver nomes como Raul Seixas e Mamonas Assassinas usarem seu brilhantismo para ironizar a tão debilitada atualidade.
Sou do tempo em que as músicas de amor falavam de amor com poesia.Sou do tempo em que vocais masculinos cantavam com voz de homem. Sou do tempo em que protesto era muito mais que distorcer uma guitarra e falar de nada com nada.
Sou de um tempo em que um moicano era respeitado.
Sou de um tempo em que o Metal era imponente e trabalhado.
Sou de um tempo em que Hardcore se fazia com velocidade e coerencia.
Sou do tempo de Sex Pistols,Iron Maiden,Rolling Stones…
Sou do tempo em que rockstars eram seres imponentes, e não garotinhos cheirando a leite com uma guitarra de marca embaixo do braço.
Do tempo de Led,de Vivaldi e de Europe.
Eu nasci na época errada… pois simplesmente não aceito coisas como My Chemical,Nx Zero,Fresno e Fall Out Boy como rock’n'roll.
Não vejo o brilho do sertanejo raiz em duplas atuais.
Não vejo o pagode de Zeca e Martinho em grupos de universitários que fazem seus grupos para ter moral em bailes com menininhas.
Não vejo mais nenhum poeta como Renato Russo e não vejo mais nenhuma quebra de padrão como um Kurt Kobain.
Não vejo diferencial.Não vejo musicalidade.
Não vejo o tom escrachado e feliz dos Mamonas.
Não vejo mais os Mutantes.
O que eu sou? Eu sou um músico.
Um músico na época errada.
Carta Para Você Não Ler.
É bem mais fácil escrever sabendo que você não irá ler.
Minha vida mudou bastante, mas não como esperei que mudasse.
Eu sei que nada é fácil e eu sei que sou um incômodo mas várias coisas boas também o são… a verdade é,a paixão é, e por vezes até mesmo o todo-poderoso amor é.
Eu tenho uma visão egoísta e depreciada do mundo, e isso se deve em parte majoritária a ti.
Eu perdoei a inversão de papéis, eu perdoei a ausência e o castigo por um erro já saturado mas nunca ME perdoei por ter sido o primeiro a dar o passo errado.
É um soco com força no estômago sonhar com você toda santa noite quando abandonei e deixei de pensar em você a tanto tempo… só mostra que você está emplastrada na minha essência… grudada a nível molecular a minha alma e ao meu subconsciente, este que por vezes me tortura com imagens móveis suas na minha mente.
Da sua vida eu não sei mais, e nem faço questão de saber… suas fraquezas acabaram comigo uma vez e peço a Deus que ele não deixe mais isso acontecer
Quando eu paro e faço meu papel de crítico, cético e observador, por dentro eu grito para que alguem mude meus conceitos sobre amor.
E não só isso, mas também que me ensine a tatear as cegas um sentimento tão forte e inexpressivo.
Eu sou expert em tantas coisas mas falhei na lição mais simples que me foi imposta… eu sou solidário e amigo mas falhei com a única pessoa que demonstrou por “a” mais “b” que é de mim
quem ela gosta.
Eu disse gosta? Ou ama? Expressar minhas crenças no presente não fará o tempo voltar atrás.
E soa tão clichê querer voltar no tempo, e com a falsa esperança de volta vem a certeza que todos os erros seriam cometidos de novo e de novo e de novo numa sequência de fatos que durariam a eternidade e que me enfadariam até o aparecimento de uma absoluta verdade… nós temos o direito de construir o eterno apenas uma vez, se falharmos, não podemos mais voltar.
Eis a benção e a maldição de ser mortal… as feridas se fecham, as cicatrizes ficam expostas, sempre foi assim e será sempre igual.
Mas você parece estar em mundo alheio ao que vivo, em uma dimensão paralela…
Ao contrário de qualquer ser humano comum, você sacrifica aspectos da sua vida, acha estar fazendo o certo quando na verdade tudo isso é um grande desrespeito a ela.
O maior crime do mundo não é a prepotência, o orgulho ou a mentira, mas sim a sub-valorização da vida. Viver uma vida medíocre quando se pode ter a perfeição é mais que um pecado, é condenação ao inferno sem direito a redenção.
Mas por incrível que pareça, quem sofre os tormentos deste inferno sou eu. Quem morre de nostalgia e de falta de uma droga perene e mais viciante que qualquer outra sou eu… os erros e os pesares são todos meus…
E não, isso não é uma tentativa patética de se lamuriar e se condenar, porque todos somos passíveis de perdão… eu mudei e cresci, amadureci e vivi e hoje me acostumei a sua ausência… uma adaptação natural e sem consciência, que esboça em mim o retrato de algo superior, mas que por dentro me fere com tamanho ardor.
A sua vida prossegue, e eu prossigo enfim, não para te reencontrar ou para novamente a amar, mas por saber que esse epílogo será muito mais que um melodramático e novelesco fim…
Obrigado por me fazer mais forte, e obrigado por me calejar…
Se hoje o verbo amar é tão pouco utilizado, é porque foi assim que me ensinastes a conjugar.
Enquanto isto ,no QG de Rick Bonadio…
Quando olho para a(mais nova) cagada feita pelo Nx Zero em seu cd, eu pinto uma cena hilária na minha mente…
“Rick entra no escritório”
“Meninos do Nx se entreolham”
Diego: E aí chefe? Qual é a boa?
Rick: A boa é que vocês vão gravar um cd novo.
Nx : ??
Rick: E vai ser rápido, temos que pegar carona enquanto vocês ainda estão na mídia…
Diego: Cê tá certo chefe…
Rick: Sempre estou.
Diego: (…) e vai ser a mesma coisa de sempre? Solos bobos, vocal zuado e sem criatividade?
Rick: Mais ou menos, vamos colocar uns arranjos em estúdio…
Gee: Arranjo? Que que isso come!?
Rick: São firulas na música… enfeites
Diego: Porra, vai ficar foda! Já tem algo em mente chefe?
Rick: Sempre tenho. Black Music está na moda, chamaremos um rapper para cantar com vocês
Diego: Demais! Vai dar um naipe mais “gangsta” pra música. Quem sabe eu até não posso ir no show do Avenged sem ser xingado e quase linchado.
Rick: Também podemos explorar um momento de perda de algum de vocês e fazer uma música sobre morte… dá um dinheiro do caralho. Se bem que…
Diego: Se bem que…?
Rick: Tudo que eu relo rende dinheiro…
“Algum tempo depois”
Diego: Sei lá chefe… achei o album meio sonolento… posso colocar uma música só mais ou menos rápida?
Rick: Ok, mas só uma. Muito barulho não vende.
Diego: Entendi…
Rick : (…)
Diego: Porque diabos tem uma orquestra tocando com a gente essa faixa?
Rick: Dá um tom mais dramático, é mais vendável.
Diego: A gente tá quase lembrando backstreet boys chefe, a diferença é que a gente não sabe dançar…
Rick: Blasfêmia! Vocês estão evoluindo!
Diego: Estamos?
Rick: Claro que sim! Veja temos um pouco de tudo que faz sucesso, rap, pop, até mesmo um “cadinho” de reggae…
Diego: Mas nós ainda tocamos rock certo?
Rick: Enquanto vender sim.
Diego:Mas no que houve evolução então? Não fiz nenhuma aula, to cantando do mesmo jeito e o meus músicos tambem…
Rick : Não seja estúpido Diego! Veja como está diferente!
Diego: Variar drasticamente é evolução chefe?
Rick: Mas que diabo Diego! No seu caso vai ser… PUTA QUE O PARIU… o álbum não tem nome…
Diego: Como foi feito as pressas a gente podia chamar de “AGORA”.
Rick: Ótima idéia garoto… colocar um adjetivação temporal… faça isso com todas as faixas que não tiverem nome.
Diego: Isso aí chefe! Valeu Mesmo!
E Quanto Ao Fresno…
E Quanto Ao Fresno

Falar de Fresno enquanto ouço Mudvayne chega a ser um xingamento moral... mas tentemos manter o foco.
Pra mim Fresno é um dos maiores ícones da geração atual, adolescentes com guitarra cantando amor… a diferença é que isso isso não precisa ser necessariamente ruim como a banda citada faz.
Cacete, o cara vive numa dimensão em que o menor e mais corriqueiro ato é um suplício. Tudo é dolorido, tudo são lágrimas e ele consegue se lembrar de uma frustração que teve com dez anos de idade (!?)… Eu tento pensar que o compositor (ou compositores) tenta apenas demonstrar sua melodramaticidade gritante para dar uma enfase nula.
Os fãs alegarão que é poesia… pelo amor de Deus, chamar Fresno de poesia é uma ofensa para músicos/poetas que já vimos passar pelas nossas vidas. Se Lucas é um poeta, quem são Djavan, Chico, Renato Russo? Poesia não é uma forma de demonstração sentimental distorcida e afeminada (pode até ser abstrata) pois nem poetas da segunda geração romântica com suas visões niilistas fariam da vida uma tortura tão sem graça como consegue nosso supracitado compositor.
Na tentativa de criar uma atmosfera romântica para seus riffs totalmente simplórios, a banda constrói uma letra tão superficialmente fraca que não emocionaria nem um cone, resumindo: em sua tentativa de ser icônico e expressivo ele consegue ser tão profundo quanto Reginaldo Rossi ou Falcão ( com a exceção que estes fazem parte de um gênero auto-denominado brega )
O vocal, musicalmente falando, é péssimo também. Ele força tanto a voz que acaba virando quase um Badauí. Os “ás” saem pronunciados como “ãs”. Fora que a voz de choro é dotada de um sotaque sutil, o que deixa a coisa mais entendiante que contar grão de areia na praia…
Bateria, baixo e guitarra acompanham o padrão atual… medianos (sendo bondoso.)
Se for ouvir lembre que é droga pesada e tenha em mente que amor, paixão, ou qualquer outro sentimento não foi feito pra ser demonstrado de forma tão sofrível assim, ou se for, que seja pelo menos muito bem feito.
E quanto ao Strike…
Ignore a aparência “emuxa”.
Não estamos falando do Strike Anywhere não, e sim de seu homônimo tupiniquim.
Tu nunca ouviu falar deles? Mas é claro que já, desde que eles tocaram na abertura do seriado de ficção científica Malhação eles são sensação nacional.
Fama merecida? Realmente bons?
Primeiramente vamos por partes, em dias de Mc Créu e Dança Do Quadrado é difícil de se dizer quando o sucesso vem mediante merecimento e quando provem da alienação da massa, fato. Se formos pensar que sucesso e fama são meras ilustrações de ser conhecido por um trabalho qualquer OBVIAMENTE a fama dos caras ( e a de outros “figurantes” tão importantes atualmente ) é real e admirável.
Quanto a parte de ser bom, ignorando totalmente que isso é um conceito pessoal e analisando musicalmente…humm, os caras são medianos no máximo.
Vocal? Plenamente consciente do que pode ou não fazer. Ele sabe que está lá para entreter e sabe que compõe bem (chutando que ele seja o responsável por colocar as composições em prática)… bem entre aspas… quando a fórmula pop-hc-reggaero saturar eu quero ver pra onde eles vão apelar. De qualquer forma, atualmente a supracitada fórmula tem se saído bem e é o que importa.
Guitarras desempenham bem seu papel que é colocar a mulecadinha pra pular, sem grandes construções ou solos lacerantes.
Baixo passivo como a maioria das bandas do gênero.
Um baterista que até então se mostra firme e criativo. Melhor que vários do segmento.
E scratches que … eu disse scratches? Porra, não lembro de ter visto um DJ na banda.
Quem pode culpa-los por arranjos feitos em estúdio?
E há quem diga que a apresentação ao vivo, ao contrário da colorida e saltitante abertura da novelinha das cinco, é bem morna…
Fora os gritantes erros coesivos, o hit Paraíso Proibido mostra um non-sense total sobre o que se fala ( ele fala pra mãe da garota, pra garota, sobre a garota, é realmente uma garota?)mas até aí, isso pode ser proposital (Hein!?).
Se você estiver bem consigo mesmo dê uma chance aos caras, senão valer a pena pela sonoridade valerá pela quebra do padrão “chore e corte os pulsos” tão presente na atualidade.
O Episódio Da Carta.
Bom, atendendo a alguns pedidos eu fiz o blog. Não esperem temas bonitinhos ou estilizados porque eu sou preguiçoso pra caralho.
Sobre a carta, as partes em negrito foram feitas pela minha “humilde” professora de português numa tentativa tola e quase abstrata de me difamar devido a um texto crítica postado em um blog há anos atrás, e que por infelicidade acabou por vir á tona este ano.
A suposta tentativa de difamação,acabou é por pisotear ainda mais o defunto. ( no caso a professora.)
Professora Regina.
Responderei apenas os tópicos da carta , para não haver necessidade de outra resposta, e mais outra… em um processo profundamente desnecessário e enfadonho.
“Primeiramente quero cumprimentá-lo pelo excelente Português empregado no texto que circula pela nossa escola, o que não espanta nada,afinal você sempre soube escrever bem”
Estranho uma carta supostamente anônima tão direta. Se as pessoas tivessem tido o trabalho de escrever o próprio manifesto ao invés de copiar o meu ,teriam visto meu nome no site o qual o texto foi vinculado.
“Quanto ao conteúdo do mesmo, também não,pois, você nunca escondeu de ninguém que detestava o Phila.”
Eu nunca escondi que detestava a demagogia inerente ao Philadelpho. A falta de humildade em reconhecer precariedade em alguns fatores, tentando por vezes, alienar seus alunos para que pensassem na instituição como um “mar de rosas”.
Eu apenas mostrei na época que o Phila com exceção de seus excelentes alunos pré-selecionados não tem NADA de especial.
“Sempre deixou claro que só gostava da escola de onde veio e de onde , hoje reconheço , nunca deveria ter saído, porque se completavam.Lá, você era uma estrela de primeira grandeza e se sentia o máximo.”
Escola essa onde a senhora deu aula, apenas um lembrete. E realmente , o Pacheco sempre me completou, porque lá eu podia ser o que sou. Acho que a senhora está confundindo aspectos da sua própria personalidade com a minha. Nunca me taxei como estrela, sempre estive no meio dos (como a senhora disse mais a frente) “ignorantes” e “desinteressados”. Se sentir bem não significa se sentir o máximo. Por exemplo, hoje eu me sinto bem e a senhora se sente um máximo por ter divulgado uma suposta biografia não autorizada minha de sala em sala. A senhora acha realmente que a minha rotina no Pacheco era diferente das outras pessoas da escola porque eu tinha uma conta na cantina? Ou porque minha tia deixava eu ir vê-la na secretaria? Isso só demonstra quão pobre em argumentação a senhora pode ser.
“Quando chegou ao Phila,percebeu de imediato que sua inteligência e vaidade não bastariam, seria necessário estudar ( coisa a que não estava acostumado ) e se esforçar muito mais , aqui a competição não seria com um bando de ignorantes e de desinteressados, mas com os melhores de varias escolas da cidade.”
Essa parte da carta me enoja profundamente por vários aspectos congruentes.
Primeiro porque mais uma vez a senhora confunde aspectos da sua própria personalidade com a minha me chamando de vaidoso. Conceito seu, errado como a maioria dos outros sobre mim.
Segundo por prepotentemente achar que sabe algo do meu esforço, dos meus estudos ou sobre qualquer outro aspecto que não seja minha vida estudantil no Philadelpho.
Terceiro pela total falta de ética em fazer diferenciação dos alunos de uma escola para os de outra… como um suposto educador desce de nível por tão pouco. Analisar e generalizar crianças, em sua maioria , pobres e carentes como desinteressados e ignorantes é nauseante. Fora a falta de ética, pois a senhora lecionava lá. Se taxa os alunos assim não fez nada para mudar, e se não fez, não executou seu trabalho direito. Se por sua vez pensava isso, e continuou a dar aula por muito tempo, apenas ocupou o espaço de outros excelente professores que existem no Pacheco. Devia ter se afundado no perfeito mundo da imaginação chamado Philadelpho.
Quarto por criar uma suposta competição… a senhora acha mesmo que eu competia com alguém por notas ou por algo mais? Que patético.
“Então passou de estrela brilhante a um aluno quase medíocre , a um pequeno e insignificante grão de areia e isso, você não suportou.”
A parte quase poética da estrela brilhante é por sua conta, nunca me taxei assim e nunca vi ninguém taxar.
Gozado, até pouco tempo a senhora sempre me chamou de brilhante, de excelente, agora se contradiz de forma quase cômica. Você acha, sinceramente, que me chamando de medíocre fará eu me sentir dessa maneira? Porque das duas uma: ou a senhora sofre de amnésia ou muda os conceitos por muito pouco.Em ambos os casos não dou a mínima.
“Resolveu então, jogar toda sua frustração e despeito em pessoas sérias cujo único objetivo é formar,informar e transformar jovens em adultos de sucesso,”
Marketing barato. Qualquer professor de qualquer outra escolinha diria a mesma coisa.
Eu não canalizei a frustração em pessoas, eu canalizei minha revolta nos meus sentidos e dissertei sobre o que vi.
“e também nunca escola que lhe ajudou a buscar as ferramentas que o ajudaram a conseguir os 100% de bolsa na faculdade particular que hoje freqüenta”
Sem remorso nenhum posso dizer que o Philadelpho não me ajudou em NADA.
Com exceção das pessoas maravilhosas o Phila me trouxe apenas problemas.
Se eu vejo coisas erradas , pode ter certeza que serei a contradição. Independente das críticas, das difamações e de qualquer outro aspecto errôneo e negativo relacionado a mim, eu serei sempre o que sou. Um crítico nato.
Eu gostaria de dizer muito mais, mas sinto que você, com todo seu orgulho e grandeza, nem chegaria a ler ao texto até o final”
Mais uma vez demonstrando que não sabe nada sobre mim e mais uma vez confundindo atributos da sua pessoa com a minha. Se me conhecesse saberia que eu sou um leitor regular e como a maioria dos viciados em leitura, eu leio qualquer porcaria.
“Só lhe peço uma coisa – por favor – não volte ao Phila não, uma pessoa tão brilhante e importante como você não deve sujar os pés com o cocô dos pombos.”
Sinto que não poderei atender esse pedido. Tenho muitos amigos no Philadelpho, alguns deles sequer concordam comigo , mais aprenderam o básico do respeito. Voltarei muitas e muitas vezes ao Philadelpho… ah e mesmo ignorando a minha origem humilde e me colocando como um playboy mimado (mesmo que eu fosse) ,não teria perigo pisar nas fezes da vasta fauna do Philadelpho, porque ao menos na minha época, os animais tinham predileção por defecar nos bebedouros.
Ah, a propósito, meu nome é Caio Cesar Corrêa Pimentel.
Apenas se divirtam!
Espero que este blog não termine morto como a maioria.
Conto com vocês.
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