Muito tempo sem escrever, é verdade.

E nada melhor para recuperar o fôlego do que falar de algo bom, ou melhor, de algo ótimo.

Em uma de suas primeiras iniciativas boas em anos, a Rede Globo de televisão emendou duas temporadas de uma das melhores séries de todos os tempos em sequência. Claro, judiaram dos espectadores colocando a mesma num horário onde qualquer mortal convencional já está dormindo há muito tempo, o pormenor, no entanto, acaba fazendo com que o apego seja maior.

 

Lost pode ter seu Ben Linus e seus dons em manipulação, 24 Horas pode ter sua explosão insana de ação e conspiração, CSI pode ter suas investigações e seus excelentes atores ,mas nada se compara a mistura homogênea que Prison Break leva aos seus fãs.

As temporadas conseguiram se sustentar de maneira invejável, sem perder qualidade e despertando cada vez mais o interesse de saber sua conclusão.

As atuações brilhantes de Michael Scofield (Wentworth Miller), Lincoln Burrows (Dominic Purcell) e outros supostos coadjuvantes brilhantes como o agente Alexander Mahone e o insano Theodore Bagwell ou T-Bag.

 

Nada de Spoilers ou resumos, procure a história, se informe, e assista.

Experiência mais do que válida.

prisonbreak

 

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